Romanos 1:1-7 (ARA)
[1] Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus,
[2] o qual foi por Deus, outrora, prometido por intermédio dos seus profetas nas Sagradas Escrituras,
[3] com respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi,
[4] e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor,
[5] por intermédio de quem viemos a receber graça e apostolado, por amor do seu nome, para a obediência por fé entre todos os gentios,
[6] de cujo número sois também vós, chamados para serdes de Jesus Cristo.
[7] A todos os amados de Deus, que estais em Roma, chamados para serdes santos, graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Assim começa a Epístola aos Romanos, uma carta que Paulo escreveu à igreja que era perseguida e cercada por um paganismo politeísta, que dominava a maioria da sociedade.
Romanos 1:20-21 (ARA)
[20] Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;
[21] porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.
Paulo afirma que todos os homens são indesculpáveis, já que, pelas coisas criadas, se manifesta a existência de Deus.
Entretanto, em vez de glorificarem o Criador, passaram a adorar a criatura.
Romanos 1:24 (ARA)
[24] Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si.
Aqui, Paulo revela o maior castigo que Deus pode dar ao homem: deixá-lo entregue aos seus próprios prazeres.
E o pior: não apenas praticam essas coisas, mas também aprovam aqueles que as fazem.
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